sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

PRA NÃO DIZER QUE FALEI DAS FLORES

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

Geraldo Vandré

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

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 CANTOR GERALDO VANDRÉ

DISPARADA

Prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar
Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo, a morte e o destino, tudo
Estava fora do lugar, eu vivo prá consertar
Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
Não por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porém por necessidade
Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu
Boiadeiro muito tempo, laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
As visões se clareando, até que um dia acordei
Então não pude seguir valente em lugar tenente
E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente
Se você não concordar não posso me desculpar
Não canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar

Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém, que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu querer ir mais longe do que eu

Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
Já que um dia montei agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte num reino que não tem rei


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CANTOR JAIR  RODRIGUES

MEUS TEMPOS DE CRIANÇA



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CANTOR - FRANCISCO PETRÔNIO

Meus tempos de criança

Francisco Petrônio

Eu daria tudo que tivesse
Pra voltar aos tempos de criança
Eu não sei porque a gente cresce
E não sai da mente esta lembrança
Aos domingos missa na matriz
Na cidadezinha onde eu nasci
Ai, meu Deus, eu era tão feliz
No meu pequenino Miraí
Que saudade da professorinha
Que me ensinou o beabá
Onde andará Mariazinha
Meu primeiro amor, onde andará
Eu igual a toda meninada
Quanta travessura que eu fazia
Jogo de botão sobre a calçada
Eu era feliz e não sabia

FASCINAÇÃO

Fascinação

Carlos Galhardo

Os sonhos mais lindos sonhei,
De quimeras mil um castelo, ergui,
E no teu olhar, tonto de emoção,
Com sofreguidão, mil venturas previ...
O teu corpo é luz, sedução,
Poema divino, cheio de esplendor,
Teu sorriso, prende, inebria, entontece,
És fascinação, amor!
Vivo com o passado, a sonhar
Vendo-te, ainda, em meu coração,
Mas, tudo, promessas, quimeras, mentiras,
Da tua Fascinação
.

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CANTOR - CARLOS  GALHARDO

BAILE DA SAUDADE

Baile da saudade

Francisco Petrônio

Ai que saudade tenho dos bailes de outrora,
Das valsas bem rodadas de branca e de aurora,
Das rondas e serestas nas noites de lua,
Dos jovens namorados aos pares na rua.
Já não se dançam mais estas valsas tão lindas,
A falta que nos faz, que lembranças infindas,
Evocação divina da lira sonora,
O baile da saudade dançamos agora.
Que saudade da retreta,
Espartilho, bengala, e palheta
De bondinho, de cem réis,
Das varandas e dos coronéis,
La, la, la, lara, lara,
Laiá la,
La, la, la,
Lara laraiá laiá la la.

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O HOMEM DE NAZARETH

O Homem de Nazareth

Antônio Marcos

Mil novecentos e setenta e três
Tanto tempo faz que ele morreu
O mundo se modificou
Mas ninguém jamais o esqueceu...
E eu, sou ligado no que Ele falou
Sou parado no que Ele deixou
O mundo só será feliz
Se a gente cultivar o amor...
Hey irmão, vamos seguir com fé
Tudo que ensinou
O Homem de Nazareth...(2x)
Reis e rainhas que esse mundo viu
Todo o povo sempre dirigiu
Caminhando em busca de uma luz
Sob o símbolo de sua cruz...
E eu, sou ligado no que Ele falou
Sou parado no que Ele deixou
O mundo só será feliz
Se a gente cultivar o amor...
Hey irmão, vamos seguir com fé
Tudo que ensinou
O Homem de Nazareth...(2x)

EU VOU TER SEMPRE VOCE COMIGO

Eu Vou Ter Sempre Você

Marcos Antonio

F F#m7 Gm7
você jamais saberá que...rida
C7 F Gm7 C7
a falta que você faz em mim
F Gm7
meu coração se nega a pensar em outro alguém
C7 F
êle não quer que eu seja de mais ninguém
Gm7 C7
até o fim dos meus di...as
F F#m7 Gm7
eu vou ter sempre você co...migo
C7 F
não adianta eu querer mentir
A# c7
e por onde eu andar você vai estar
Am7 Dm D7
e nas noites eu vou te sonhar
eu vou ter sempre  voce  em  mim

FONTE - YOUTUBE